Conciliação de recebíveis
Identifica pagamentos, títulos, composições e diferenças, com o aging separado pela causa do atraso.
Automação de conciliação financeira sobre o seu ERP
Automatize conciliações, valide pagamentos e encontre divergências que hoje terminam em planilha, conta transitória e horas de investigação manual.
Descubra quanto dinheiro está parado, divergente ou exigindo intervenção manual na sua operação financeira.
Sem substituir seu ERP. Começamos por um recorte da sua própria base.
Pagador com CNPJ diferente do faturado, mesmo grupo econômico
3 títulos encontrados · pronto para baixaValor da nota acima do pedido de compra
Divergência de R$ 1.240,00 · para decisãoMesmo CNPJ raiz, razões sociais escritas de forma diferente
Junção sugerida · evidência prontaDados ilustrativos
Medido contra gabarito em cenário de validação. Ver o método
O ERP concilia bem o que casa por regra simples. O resto sobra para o time: recebimento sem pagador, pagamento com diferença, cadastro duplicado.
Por que sobrou11.664 transações
Premissas do exemplo: 15 minutos por investigação e 168 horas de trabalho por pessoa no mês.
É nesse resíduo, todo mês, que o iFin trabalha.
As empresas já têm ERP. O que continua manual é a conferência, o cruzamento entre sistemas e a investigação de divergência, que dependem de planilha e de quem conhece a operação.
ficaram represados em boletos e duplicatas por mais de 15 dias. É dinheiro que a empresa já faturou e ainda não viu entrar.
da receita anual pode ser consumido por ineficiências e erros em processos financeiros. Numa empresa de R$ 500 milhões de faturamento, são até R$ 5 milhões por ano.
em boletos ligados a CNPJ inexistente ou divergente da Receita Federal. É recebimento que o ERP não identifica sozinho.
Fontes: Qive, Panorama de mercado; Qive, Panorama do Contas a Pagar 2026, com pesquisa Opinion Box (406 profissionais), conforme CartaCapital e Treasy. A conta sobre R$ 500 milhões é ilustrativa.
Um recebimento chega sem título correspondente. Veja o que acontece antes de alguém abrir o ERP.
| Título | Vencimento | Valor |
|---|---|---|
| NF 118.419 | 25/08 | R$ 21.500,00 |
| NF 118.423 | 27/08 | R$ 19.800,00 |
| NF 118.427 | 29/08 | R$ 16.444,15 |
| Total | R$ 57.744,15 | |
Tudo na mão do analista
8 passos manuais para cada recebimento que não casou
O iFin investiga; a pessoa decide
1 decisão humana, e só quando a evidência não basta
Seu time deixa de procurar transação e passa a decidir exceção.
Cada frente entra sozinha ou em conjunto. Normalmente começa pela que dói mais.
Identifica pagamentos, títulos, composições e diferenças, com o aging separado pela causa do atraso.
Cruza nota, pedido, contrato, cadastro e valores antes de o dinheiro sair, não na auditoria do trimestre seguinte.
Confere preço, contrato, impostos e condições antes da emissão. Erro que não sai é contestação que não acontece.
Separa o que fecha do que exige investigação e devolve a sugestão de baixa pronta para exportar ao ERP.
Encontra duplicidades, cadastros conflitantes e desvios medidos contra o contrato, não contra o mês anterior.
Mostra só os casos que exigem decisão humana, cada um com evidência e histórico da decisão.
O iFin começa exatamente onde a automação tradicional normalmente para.
Cada execução é comparada a um gabarito com a resposta correta de cada item. O acerto é um número conferível, não uma promessa.
Treze registros travavam por causa de um único fornecedor cadastrado duas vezes. Uma pessoa resolveu um caso, o iFin aprendeu a grafia e resolveu os outros doze.
Método: cenários de validação com base simulada e gabarito conhecido, conferíveis item a item. No diagnóstico, o mesmo método roda sobre um recorte da sua base.
Ajuste com os números da sua operação. A conta roda aqui, no seu navegador.
investigando exceções que o ERP não resolveu. É o trabalho de 17,4 pessoas em tempo integral.
Base: 168 horas de trabalho por pessoa no mês. O cálculo mede tempo de time, não valor recuperável.
Não é necessário trocar o ERP para automatizar o resíduo.
Usamos as interfaces que o seu ambiente já expõe: views de banco, API ou exportação de arquivo.
Cada empresa acessa só os próprios dados, com isolamento aplicado em toda consulta. O iFin não usa os dados da sua operação para treinar modelos.
Cada baixa sugerida guarda a regra aplicada, a evidência que a sustenta e a origem dos dados. A auditoria não depende de confiança.
Caso sem evidência suficiente vai para a fila de decisão. O resíduo fica visível e nunca é diluído numa média.
Pessoas, automações e integrações acessam só o que o papel de cada um permite, com alçada para aprovar.
Envie um recorte da sua operação. O iFin identifica:
Começamos com um recorte controlado. Nenhuma mudança no seu ERP é necessária para a análise inicial.
Não. Ele trabalha sobre o ERP e as demais fontes para automatizar as conciliações e exceções que hoje exigem trabalho manual. O ERP continua sendo o sistema de registro.
Não necessariamente. O primeiro passo é mapear o processo atual e identificar onde há trabalho repetitivo e exceções. A automação entra sobre o que já existe.
Você define o nível de autonomia de cada processo. O que fecha por regra pode seguir automático; o que não tem evidência suficiente vai para aprovação de quem tem alçada.
Não. O diagnóstico inicial começa com um recorte controlado da operação, que pode ser um arquivo exportado do seu ERP.
Conectamos por banco de dados, API ou arquivos exportados. Com SAP, TOTVS, Oracle e Dynamics, a integração usa as interfaces que o seu ambiente já expõe, como views de banco, API ou exportação de arquivo, e o escopo é definido no diagnóstico.
Para a análise inicial, um arquivo exportado basta.
A baixa automática só acontece por regra determinística: a mesma entrada produz sempre a mesma saída. A inteligência entra para investigar e propor, sempre com evidência.
Quando a evidência não basta, o caso vai para uma pessoa decidir. E cada execução pode ser conferida contra um gabarito.
Rodamos o iFin sobre um recorte da sua base e devolvemos o número: quanto concilia sozinho, quanto sobra e por qual causa.